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domingo, 9 de setembro de 2012

coisas estranhas que acontecen


Segundo Sol ou será Nibiru? O que os sumérios tem a nos dizer?


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A presença de dois sóis no horizante, realmente é desconcertante. Os efeitos de sua aproximação , vêm aguçando a mente humana sobre um "fim". Mas lembremos que, essa não é a primeira e nem a última  que o segundo sol passa por aqui, seja ele apenas um segundo sol (de um sistema solar binário - uma "pequena" estrela marrom) ou  o Nibiru / Marduk/ Hercobólus (terra dos anunnakis). Claro que se ele realmente for o Nibiru, retratado por zecharia,  bem maior que o nosso planeta , sua passagem obviamente será "percebida" por nós... mas não é hora de medo ou pânico e sim, de preparo. Ainda há esperanças de ser apenas um "balão meteorológico"... ou de ser Zecharia um louco que imaginou muita coisa nas traduções das tábuas sumérias (como muitos afirmam).

Se ele for mesmo o Nibiru, segue abaixo, vários trechos retirados do livro Décimo segundo planeta (capítulo 8) , de Zecharia Sitchin , em azul, que fala justamente sobre o tão famoso segundo Sol... ops ... Nibiru, que passa por aqui a cada 3600 anos.

         Claro, que para a formação do sistema solar, foi escrito um épico. O chamado Épico da Criação feito pelos Babilônios nos informa que cada planeta do  sistema solar possui o nome de um Deus antigo, um deus Annunaki sumério, e o filho do Sol (por ser semelhante a ele) Marduk é um planeta, digamos, 'intruso' . Segundo os sumérios, Marduk colidiu com Tiamat (Terra), tirando o planeta de sua órbita original e fazendo com que , a lua, antes um planeta, se torna-se um satélite, preso agora ao planeta Terra. Agora, Nibiru somente passa próximo a terra, no lugar onde antes estava Tiamat.

A "Epopéia da Criação" afirma claramente que Marduk era um invasor vindo de fora do sistema solar, passando pelos planetas exteriores (incluindo Saturno e Júpiter) antes de colidir com Tiamat (Terra). Os sumérios chamaram NIBIRU, a esse planeta, o "planeta da travessia", e a versão babilônica da epopéia conservou as seguintes informações astronômicas:

Planeta NIBIRU:
As estradas cruzadas do céu e da terra ele ocupará.
Acima e por baixo eles não atravessarão.
Eles terão de o aguardar.

Planeta NIBIRU:
Planeta que é brilhante nos céus.
Ele tem a posição central;
A ele renderão homenagem.

Planeta NIBIRU:
É ele que sem enfado
Continua a atravessar o meio de Tiamat.
Que "TRAVESSIA" seja o seu nome ­–
Aquele que ocupa o centro.


No início, se acreditava que o planeta ao qual os textos sumérios se referiam era Júpiter, mas logo percebeu-se que não.


                                                    Marduk 
Mercúrio Vênus Lua Terra Marte           Júpiter Saturno Urano Netuno Plutão
 Se a órbita de Marduk o leva até onde Tiamat estava outrora, relativamente próximo de nós (entre Marte e Júpiter), por que ainda não avistamos este planeta que, supostamente, é grande e brilhante?
Os textos mesopotâmicos falam de Marduk alcançando regiões desconhecidas dos céus e os longínquos confins do universo.
 "Ele perscruta o escondido conhecimento... ele vê todos os quadrantes do universo." Ele era descrito como o "monitor" de todos os planetas, aquele cuja órbita lhe dá possibilidade de rodear todos os outros. "Ele segura suas faixas [órbitas]", faz um "arco" à volta deles. Sua órbita é "mais suprema" e "superior" que qualquer outra de outro planeta. Ocorreu deste modo a Franz Kugler(Sternkunde und Sterndienst in Babylon) que Marduk fosse um corpo celeste movendo-se a altas velocidades, orbitando numa via de grande  elíptica tal como um cometa.
Uma tal órbita elíptica, focalizada no Sol como um centro de gravidade, tem um apogeu - o ponto mais longínquo do Sol, onde se inicia o vôo de regresso - e um perigeu - o ponto mais próximo do Sol, onde se inicia o regresso para o espaço exterior. Descobrimos que estas duas “bases" estão de fato associadas com Marduk nos textos mesopotâmicos. Os textos sumérios descreviam o planeta como indo desde AN.UR ("Base do Céu") a E.NUN ("Residência Senhorial"). A Epopéia da Criação diz de Marduk:

Ele atravessou o céu e inspecionou as regiões...
Depois ele mediu a estrutura do abismo do Senhor.
Estabeleceu E-Shara como sua notável residência;
Como um grande domicílio ele estabeleceu E-Shara.

Uma "residência" era assim "notável" - distante nas profundas regiões do espaço. A outra foi estabelecida no "céu", nos limites do cinturão de asteróides, entre Marte e Júpiter.

http://1.bp.blogspot.com/-pDCAc1DeQCM/TcqwgsdL4XI/AAAAAAAAAaw/l_RTHy0FUzI/s400/macedoniaonline.jpg

Segundo os ensinamentos de seu antecessor sumério, Abraão de Ur, os antigos hebreus associaram também sua deidade suprema com o supremo planeta. Tal como os textos mesopotâmicos, muitos livros do Antigo Testamento descrevem o "Senhor" como tendo sua residência nas "alturas do céu", onde ele “observa os principais planetas tal como foram erguidos"; um Senhor celestial que, invisível, "nos céus gira como um círculo". O livro de Jó, tendo descrito a colisão celeste, contém estes significativos versos que nos dizem para onde se dirigira o altaneiro e senhorial planeta:

Por sobre o abismo ele delineou uma órbita;
Onde a luz e a escuridão {se fundem}
É o seu mais longínquo limite.

Não menos explicitamente, os Salmos sublinham a majestosa rota do planeta:

Os céus sugerem a glória do Senhor;
O Bracelete Partido proclama seu trabalho manual...
Ele avança como um camareiro vindo da abóbada;
Como um atleta ele deleita-se a correr a rota.
Dos confins dos céus ele emana,
E seu circuito fica no fim deles.

Reconhecido como um grande viajante nos céus, planando em alturas imensas no seu apogeu e depois "descendo, inclinando-se para o céu" no seu perigeu, o planeta é representado como um globo alado.
Toda vez que os arqueólogos descobriram vestígios de povos do Oriente Médio, o símbolo do globo alado estava visível, dominando templos e palácios, esculpido em rochas, gravado em selos cilíndricos, pintado em paredes. Acompanhava reis e sacerdotes, aparecia sobre seus tronos, "flutuava" sobre eles em cenas de batalhas, aparecia gravado em seus carros. Objetos de argila, metal, pedra e madeira eram adornados com este símbolo. Os governantes da Suméria e da Acádia, Babilônia e Assíria, Elam e Urartu, Mari e Nuzi, Mitanni e Canaã - todos eles reverenciaram o símbolo. Os reis hititas, os faraós egípcios, os shar's persas - todos proclamaram a supremacia do símbolo (e daquilo que ele representava). E assim permaneceu durante milênios. 


Maçonaria, Simbologia e Kabbala 

Até nos dias atuais, muitos desses símbolos são encontrados em livros maçônicos, e isso  NÃO É MERA COISNCIDÊNCIA!



 O signo pictográfico para o Décimo Segundo Planeta, o "Planeta da Travessia", era uma cruz. Este signo cuneiforme  que significava também “Anu” e "divino", evoluiu nas línguas semitas para a letra tav,   que queria dizer "o signo".
De fato, todos os povos do Mundo Antigo consideravam a aproximação periódica do Décimo Segundo Planeta como um indício de convulsões sociais, grandes modificações e novas eras. Os textos mesopotâmicos falam do aparecimento periódico do planeta como de um acontecimento antecipado, previsível e observável:

O grande planeta:
A sua aparência, vermelho-escuro.
O céu ele divide ao meio
E permanece como Nibiru.

Muitos textos abordando a chegada do planeta profetizavam os efeitos que o evento desencadearia na terra e sobre a humanidade. R. Campbell Thompson(The Reports of the Magiciens and Astronomers of Nineveh and Babylon) reproduziu vários destes textos que delineiam o progresso do planeta quando ele "rodeou a estação de Júpiter" e chegou ao posto de cruzamento, Nibiru:

Quando da estação de Júpiter
O planeta passa em direção ao oeste,
Esse será um tempo de residir em segurança.
Gentilmente a paz descerá sobre as terras.
Quando da estação de Júpiter
O planeta aumenta de brilho

E no zodíaco de câncer se torna Nibiru,
A Acádia será inundada com a abundância,
O rei de Acádia crescerá poderoso.
Quando Nibiru culmina...
As terras serão habitadas seguramente,
Reis hostis ficarão em paz,
Os deuses receberão preces e ouvirão súplicas.

Esperava-se, no entanto, que o planeta que se aproximava causasse chuvas e inundações, devido aos seus conhecidos efeitos gravitacionais de grande poder:

Quando o planeta do trono do céu
Crescer em brilho,
Haverá inundações e chuvas...
Quando Nibiru atinge seu perigeu,
Os deuses darão paz;
Os distúrbios serão resolvidos,
As complicações deslindar-se-ão.
Chuvas e inundações virão.

Tal como os sábios mesopotâmicos, os profetas hebreus consideraram a época da aproximação do planeta à Terra e de sua manifestação visível à humanidade como um período introdutor de uma nova era. A similaridade entre os presságios mesopotâmicos de paz e prosperidade que acompanhariam o planeta do trono do céu e as profecias bíblicas de paz e justiça que se estabeleceriam sobre a Terra depois do Dia do Senhor pode ser mais bem expressa nas palavras de Isaías:

E virá para passar no fim dos dias:
...O Senhor julgará entre as nações
E repreenderá muitos povos.
Eles forjarão suas espadas para relhas de arado
E suas lanças em podões;
Nenhuma nação levantará a espada contra outra nação.

Em contraste com as bênçãos da nova era, que se seguiriam ao Dia do Senhor, o próprio dia é descrito no Antigo Testamento como uma época de chuvas, inundações e terremotos. Se pensarmos nas passagens bíblicas como referências, tal como suas correspondentes mesopotâmicas, à passagem pela Terra de um grande planeta de enorme força gravitacional, as palavras de Isaías serão plenamente compreendidas:

Como o barulho da multidão nas montanhas,
Um tumultuoso ruído como o de muita gente junta,
De reinos e nações reunidos em conjunto;
Assim é o Senhor dos Exércitos,
Comandando uma hoste para a batalha.
De uma longínqua terra eles vêm,
Do extremo oposto do céu
Vem o Senhor e suas armas de fúria
Destruir a terra inteira...
Por isso eu agitarei o céu
E a terra será sacudida do seu local
Quando o Senhor dos Exércitos atravessar
O dia de sua ardente cólera.

Enquanto na superfície da terra "montanhas se fundirão... vales serão fendidos", o fuso axial da Terra será também afetado. O profeta Amós prediz explicitamente:

E nesse dia acontecerá,
Disse o Senhor Deus,
Que eu farei o Sol descer à tarde
E eu farei a terra escurecer a meio do dia.

Anunciando, "observem, o Dia do Senhor está para vir", o profeta Zacarias informou o povo que este fenômeno de prisão do eixo da Terra à volta do seu próprio eixo duraria apenas um dia:

E nesse dia sucederá,
Que não haverá luz alguma - anormalmente, fará frio.
E haverá um dia, conhecido por Deus,
Que não será nem dia nem noite,
Quando à tardinha houver ainda luz.

No Dia do Senhor, disse o profeta Joel, "o Sol e a Lua serão obscurecidos, as estrelas retirarão seu esplendor", "o Sol será transformado em escuridão e a Lua será como sangue vermelho".
Os textos mesopotâmicos exaltaram o brilho do planeta e sugeriram que ele podia ser visto até de dia: "Visível ao nascer do Sol, desaparecendo de vista ao pôr-do-sol".Um selo cilíndrico encontrado em Nippur representa um grupo de homens com o arado olhando com temor enquanto o Décimo Segundo Planeta (descrito com seu símbolo-cruz) é visível nos céus.

Detalhe, vivos! (rsrsrsrs)


Os povos antigos não só esperavam a chegada periódica do Décimo Segundo Planeta, como também desenhavam em quadro sua progressiva rota.
 ...
Bastante explicitamente, o profeta Habacuque afirmava: "O Senhor virá do Sul... sua glória encherá a Terra... e Vênus será como que uma luz, seus raios dados pelo Senhor".
Entre os muitos textos mesopotâmicos que abordam o assunto, um é particularmente claro:

Planeta do deus Marduk:
Ao seu aparecimento: Mercúrio.
Subindo trinta graus do arco celestial: Júpiter
Quando colocado no local da batalha celeste: Nibiru.

Segundo Zecharia, Nibiru só pode ser visto da Terra quando passa por 3 distintos pontos, culminando com o seu alinhamento onde estará mais proximo de nós ...

  Desenhando um eixo imaginário entre o Sol, a Terra e o perigeu da órbita de Marduk, os observadores na Terra viram Marduk primeiramente alinhado com Mercúrio num ângulo de 30º (ponto A). Avançando outros 30° Marduk atravessa a via orbital de Júpiter no ponto B.
Depois, no seu perigeu (ponto C) Marduk alcança o Cruzamento: de volta ao local da batalha celeste, ele estava mais próximo da Terra e começou em sua órbita de novo até aos longínquos confins do espaço

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